Como cuidar melhor de si mesmo: o autocuidado como prioridade
Autocuidado não é egoísmo. É responsabilidade com sua própria vida.
Como você cuida dessa criança?
Você cuida bem dessa criança? Veja estes 3 passos para essa mudança.
"O objetivo não é ser melhor que o outro homem, mas, melhor que o seu eu anterior." – Dalai Lama
Por que não fazemos o que sabemos que seria bom para nós? Por que não nos permitimos ou não conseguimos olhar para as mudanças necessárias para um crescimento interior?
Você se permite o autocuidado ou tem a falsa crença de que isso é sinônimo de autoindulgência, egoísmo ou bobagem para fracos?
Esta questão não é nova de forma alguma. Somos criaturas complicadas quando se trata de fazer o que sabemos ser bom, especialmente bom para nós mesmos. Parece haver uma barreira que nos impede de levar a sério o autocuidado.
Nosso comportamento, incluindo o comportamento de autocuidado, flui de nossas crenças. Cuidamos dos outros porque acreditamos que amar os outros é profundamente gratificante (claro, é mesmo!!). Ficamos acordados até tarde conversando com um amigo chateado ao telefone e nos levantamos cedo para socorrer um vizinho necessitado. Em contraste, lutamos para fazer até o menor sacrifício que nos mantenha saudáveis, descansados, em forma, bem-sucedidos ou mentalmente afiados.
Autocuidado não é egoísmo
Pensar em atividade física pode ser horrível. Pensar em cuidar da saúde mental pode ser cercado de preconceitos. Muitas pessoas olham para o autocuidado como algo pejorativo ou algo que possa ser deixado para um segundo plano.
Vou citar algumas crenças que prejudicam o bom autocuidado:
- É egoísmo cuidar de mim mesmo.
- Pessoas fortes sacrificam suas necessidades para atender às necessidades dos outros.
- Não mereço o autocuidado porque não o mereço.
- Não tenho tempo para me concentrar em mim.
- Sou controlado pelas minhas circunstâncias.
Como propor uma mudança no autocuidado
Em vez de abordar a fraqueza de cada uma dessas crenças, sugiro uma abordagem simples.
Primeiro passo
Qualquer crença falsa que esteja atrapalhando seu autocuidado, não brigue contra. Apenas perceba o que está dizendo, reconheça e dê um passo para trás. Você não é sua mente barulhenta.
Segundo passo
Imagine alguém que você ama muito — de preferência uma criança. Imagine que você é guardião da vida dessa criança e decide o que entra e o que não entra na vida dela.
Você permitiria amigos saudáveis, alimentação nutritiva, sono adequado, experiências enriquecedoras e proteção contra influências nocivas.
Terceiro passo
Agora perceba: você também é o porteiro da sua própria vida.
O que você está permitindo entrar? Pessoas tóxicas? Expectativas irreais? Hábitos que prejudicam seu crescimento?
Perceber o que está acontecendo é a base da mudança. Faça a escolha consciente do que permite em sua vida e não deixe sua mente barulhenta comandar sua jornada.
Vídeo complementar
Acompanhamento psiquiátrico em Registro – Vale do Ribeira
Dr Luciano Cherubini – Médico Psiquiatra
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